Embora prometa muitas coisas, a ciência tem certas ponderações sobre o produto
Você já viu um sachê ou cápsula de colágeno e se questionou: “será que essa suplementação realmente funciona”? De fato, com tantas promessas é de se questionar. No entanto, é importante entender o que a ciência diz sobre e, principalmente, quem está financiando essas informações.
O que a ciência diz sobre a suplementação de colágeno
Primeiramente, é importante entender o que é o colágeno e sua função no nosso organismo. Isso porque trata-se da proteína mais abundante do corpo humano, representando de 25 a 30% de todas as proteínas.
Presente na pele, nos tendões, nas cartilagens, nos ossos e nos vasos sanguíneos, é o colágeno que dá estrutura e sustentação a praticamente tudo. No entanto, o maior problema está na queda gradativa de sua produção que acontece com o passar dos anos e que se estima que seja de algo em torno de 1% ao ano a partir dos 23 anos. É daí , então, que surgem os primeiros sinais de flacidez, rugas e desconforto nas articulações.
Tomar colágeno realmente faz diferença?
Embora alguns estudos afirmem que sim, médicos e pesquisadores afirmam que esses dados costumam ser mais positivos em pesquisas com investimento da indústria do bem-estar. Logo, embora possam contar com certos pontos interessantes, costumam ter uma conclusão mais enviesada, como alertou um artigo da BBC, que contou com o ponto de vista de muitos profissionais.
Além disso, existe uma questão sobre o caminho que o suplemento deverá fazer no seu corpo para atingir a região que você gostaria. De fato, o colágeno é uma substância muito importante para o seu corpo e pode até mesmo ser assimilada por ele após a ingestão, mas até chegar na pele, por exemplo, isso demandaria um esforço maior e que ela não fosse utilizada em outra função do seu organismo.
