Nova aula de natação da Bodytech combina tecnologia e treino cardiovascular com sensor de frequência cardíaca
De olho nas tendências fitness, a Bodytech lançou uma nova aula de natação: a Cardio Swim, em que os alunos usam um sensor por baixo da touca para monitorar a frequência cardíaca em tempo real.
Durante a aula, os alunos são estimulados a atingir diferentes intensidades de esforço para, desta forma, trabalhar o sistema cardiovascular. Mas será que faz diferença? O Tá Saudável testou a Cardio Swim para descobrir.
Como é uma aula de Cardio Swim?

Ao chegar na aula, o aluno recebe um sensor óptico de frequência cardíaca para colocar sob a touca de natação, na região da têmpora.
Os dados coletados pelo sensor aparecem em um monitor que fica ao lado da piscina, e cada aluno tem um bloco colorido nesse telão.
A frequência cardíaca é a quantidade de vezes que o coração bate por minuto, um número que varia quando a gente está em repouso ou em movimento, de acordo também com a intensidade da atividade.

A aula da Bodytech utiliza um sensor da marca Polar, que divide as zonas de frequência cardíaca em cinco cores seguindo a intensidade de esforço:
- Zona 1 Cinza: muito leve
- Zona 2 Azul: leve
- Zona 3 Verde: moderada
- Zona 4 Laranja: intensa
- Zona 5 Vermelha: máxima
“Isso dá para o aluno e para o professor um controle mais preciso do treino. A gente consegue ver, a cada momento, como o aluno está nadando e a performance dele. Isso ajuda a atingir os objetivos”, explica Paula Toyansk, gerente nacional de Kids e Acqua da Bodytech Company.
“Tem exercícios que a proposta é fazer em baixa intensidade, como por exemplo um aquecimento. O aluno vai entender com mais facilidade que ele está dentro dessa proposta se ele estiver na cor cinza ou azul. Se ele já for para uma cor laranja ou vermelha, significa que ele está num ritmo muito mais acelerado. Ele entende que tem de diminuir o ritmo.”
O que muda na prática?

Ao pular na piscina, eu, a repórter Gabriela Brito, percebi que no aquecimento poderia nadar em ritmo mais leve do que costumo fazer para me manter na zona cinza.
Por outro lado, não consegui chegar na zona vermelha no momento em que deveria dar o meu máximo nas chegadas. O braço “não deixava”. A sensação é a de que faltou força muscular para eu conseguir exigir mais de mim mesma.
Eu nunca havia monitorado minha frequência na piscina, então foi uma experiência bem diferente contar com esse apoio para além da percepção do fôlego ou aquela sensação de braço ou perna “queimando” a cada metro nadado.
Outra coisa legal é que no final ainda aparece a evolução de cada pessoa na aula. E para quem gosta de uma competição, ainda rola uma comparação entre quem participou do treino.
Essa gamificação e o treino coletivo também são apostas da Bodytech para aumentar o engajamento dos alunos.
Além da Cardio Swim, que por enquanto acontece apenas na unidade Eldorado, zona oeste de São Paulo, a academia também oferece monitoramento da frequência cardíaca em aulas de corrida, indoor cycle e treinamento funcional, inclusive para Hyrox.

