Bem-estar 13 de abril, 2026 Por Redação

Nunca pular esta refeição pode te ajudar a controlar o estresse

Tomar café da manhã ajuda a lidar com estresse

Estudo sugere que hábitos simples, como tomar café da manhã, podem fortalecer a capacidade de lidar com adversidades

Não pular o café da manhã pode estar associado a uma maior capacidade de lidar com o estresse.

É o que mostra um estudo que identificou uma ligação entre hábitos de vida, alimentação e a chamada flexibilidade psicológica.

Hábitos de vida e estresse

Estudo sugere que hábitos simples, como tomar café da manhã, podem fortalecer a capacidade de lidar com adversidades
(Crédito: cottonbro studio/ Pexels)

A relação entre dieta e funcionamento do cérebro tem sido cada vez mais estudada. Pesquisas anteriores já indicavam que uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercícios e bons hábitos de sono influenciam positivamente o humor e o bem-estar.

O estudo publicado no Journal of American College Health reforça a tese ao apontar que o consumo regular de café da manhã, a prática de atividade física e uma boa noite de sono podem contribuir para o desenvolvimento da flexibilidade psicológica.

Trata-se da habilidade de adaptar os pensamentos, emoções e comportamentos de forma equilibrada e construtiva mesmo diante de imprevistos.

Em vez de “travar” quando o estresse surge, a pessoa consegue se distanciar dos pensamentos e emoções para lidar melhor com a situação e responder da melhor forma.

Café da manhã e mais

Exercício físico
(Crédito: Jonathan Borba/ Pexels)

Abaixo, listamos os hábitos que podem ajudar a construir maior flexibilidade psicológica:

  • Não pular o café da manhã
  • Reduzir o consumo de fast food e ultraprocessados
  • Dormir mais de 6 horas por noite
  • Praticar atividade física diariamente
  • Incluir fontes de ômega-3 na dieta regularmente

“A nova descoberta aqui é que a dieta e o estilo de vida não tornam você resiliente por si só. Eles ajudam a construir a flexibilidade psicológica, que, por sua vez, faz de você uma pessoa resiliente”, explicou Lina Begdache, autora principal do estudo.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram respostas de um questionário aplicado a cerca de 400 estudantes universitários. Foram feitas perguntas sobre dieta, hábitos de sono, frequência de exercícios físicos e outros temas relacionados.

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