Saúde 21 de dezembro, 2017 • Por Plenitud

Incontinência urinária afeta apenas idosos? Conheça 7 mitos e verdades sobre a condição

Provavelmente você não escute falar muito sobre incontinência urinária e tenha muitas dúvidas a respeito do tema como, por exemplo: será que ela atinge apenas os idosos ou que tipos de tratamento já existem?

Apesar de pouco abordada, essa condição, que se caracteriza pela perda involuntária de urina, é bem mais comum do que se imagina e afeta boa parte da população brasileira, aproximadamente 20 milhões de pessoas. Descubra alguns mitos e verdades sobre a incontinência urinária e qual a melhor maneira de lidar com ela.

Mitos e verdades sobre incontinência urinária

A incontinência urinária acomete apenas idosos.

MITO. Apesar de ser mais comum entre os idosos, já que a quantidade de urina que a bexiga consegue reter acaba diminuindo com o envelhecimento, a condição pode atingir pessoas de todas as faixas etárias e de ambos os sexos.

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Existe tratamento para todos os tipos de incontinência

VERDADE. Para casos de incontinência de esforço, que é quando a pessoa não tem forças para segurar a urina ao fazer qualquer tipo de esforço físico, como tossir ou espirrar, o tratamento pode ser feito por meio de exercícios que auxiliem no fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico ou com intervenções cirúrgicas para sustentar os ligamentos da uretra e ajudar a mantê-la- fechada, caso o escape seja intenso.

Já o tratamento para a incontinência de urgência, quando a vontade de urinar é tão forte que mal dá tempo de chegar ao banheiro, pode ser feito com fisioterapia, medicamentos que controlem a contração vesical e, em último caso, com a implantação de um marca-passo na bexiga para maior controle da urina.

A condição é mais comum entre as mulheres

VERDADE. Por mais que a incontinência urinária possa afetar ambos os sexos, 75% das pessoas que sofrem com essa condição são mulheres, incluindo as mais jovens. Isso acontece por diversos fatores que estão ligados exclusivamente ao sexo feminino, como o tamanho da uretra, que é mais curta que a do homem, disfunções hormonais, gravidez seguida de parto normal, por conta do esforço e da pressão que o bebê faz sobre a bexiga, e a menopausa, que pode fazer com que o esfíncter, responsável por controlar a passagem da urina, fique mais fino, facilitando o escape.

Por ser um tema constrangedor, muitas mulheres que sofrem com escapes de urina não se sentem à vontade em falar sobre o assunto e buscar ajuda. É essencial ressaltar que essa condição é comum entre o sexo feminino e não deve ser motivo de vergonha. Como prova disso, um estudo apontou que três em cada quatro mulheres já utilizam absorvente regular feminino para se prevenir da incontinência, mesmo nos níveis moderado e intenso.

A incontinência urinária não é uma condição comum

MITO. Um cruzamento de dados feito entre o IBGE, a Sociedade Brasileira de Urologia e a marca Plenitud, revelou que uma em cada quatro pessoas acima de 40 anos sofre com escapes de urina, ou seja, aproximadamente 20 milhões de brasileiros.

O médico responsável por tratar essa condição é o urologista.

VERDADE. Ao contrário do ginecologista, que cuida apenas da saúde da mulher, o urologista é especialista em tratar o aparelho urinário, tanto de homens como das mulheres e, por isso, é a pessoa mais indicada a ser procurada em casos de incontinência urinária.

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Pessoas ativas têm apenas incontinência leve

MITO. Pessoas ativas podem ter todos os tipos de incontinência e não apenas a leve. 5,2 milhões de pessoas ativas têm incontinência de nível moderada a intensa, sendo que 4 milhões são mulheres.

A obesidade pode causar incontinência urinária.

VERDADE. O excesso de peso pode pressionar a bexiga e provocar a incontinência urinária, logo, emagrecer ajuda a evitar essa condição e ter um maior controle urinário.

Plenitud é a roupa íntima descartável ideal para quem convive com incontinência urinária. Ela garante a segurança e a discrição necessárias para um dia a dia ativo. 

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