Pólo aquático

Foi a primeira modalidade coletiva a ser integrada às Olimpíadas. Diz-se que o esporte teve suas origens na Inglaterra dos séculos XVIII e XIX, como uma versão adaptada do rúgbi em rios e lagos. Inicialmente, usava-se uma bola de borracha importada da Índia, chamada de “pulu” e pronunciada como “pólo”, na Europa. Mais tarde, surgiria então o nome definitivo: “water polo” (pólo aquático). Em 1900, já popular em diversos países, o pólo aquático passou a fazer parte dos Jogos Olímpicos. Ainda que tenha uma boa atuação em Jogos Pan-Americanos, o Brasil não possui uma participação expressiva nas Olimpíadas.

Descrição: Cada equipe, identificada pela cor das toucas, é composta de sete jogadores (entre eles, um goleiro) e seis reservas. A partida tem quatro períodos de sete minutos e, como acontece no basquete, o cronômetro é parado sempre que há qualquer interrupção no jogo. É proibido tocar o fundo da piscina e apoiar-se nas bordas. Também não se pode dar socos ou afundar a bola. Ganha quem faz mais gols.

Benefícios: Desenvolve força, noção de espaço, impulsão, tônus muscular, capacidade cardiovascular, capacidade aeróbia e fôlego. Trabalha os músculos do corpo como um todo, assim como a natação. A resistência da água exige muito mais força física do que nos esportes de campo. Gasta cerca de 320 kcal/hora. Contra-indicações: É preciso ter cuidado apenas com lesões nas articulações.

Perfil do praticante: Nadar é fundamental, mas você não precisa ser um craque da natação para jogar pólo. A idade inicial vai depender das noções de natação que o praticante tem. Quem procura o esporte são pessoas que gostam de atividades aquáticas mas não querem dispensar um jogo mais competitivo e de contato, como o futebol.

Aulas: Natação e treinos de ataque e defesa na água são constantes, além do ensinamento de regras e fundamentos do esporte.