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Cirurgia cardíaca que pode curar filha de Cazarré foi um sucesso: "Vai dar tudo certo"

A pequena, que tem uma doença chamada Anomalia de Ebstein, operou pela terceira vez com três meses de vida
Publicado 28 Set 2022 – 09:54 AM EDT | Atualizado 28 Set 2022 – 09:54 AM EDT
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Filha de Juliano e Leticia Cazarré passa bem após cirurgia cardíaca Crédito: @cazarre/@leticiacazarre/Instagram

Horas após anunciar que a filha, Maria Guilhermina, passaria pela terceira cirurgia de sua ainda curta vida, Leticia Cazarré, esposa do ator Juliano Cazarré, atualizou os seguidores sobre o estado de saúde da caçula. Segundo ela, a operação correu bem, e agora Maria Guilhermina, de apenas três meses, está se recuperando.

Filha de Cazarré passa bem após cirurgia cardíaca


Logo que deram as boas-vindas à Maria Guilhermina, em junho de 2022, Juliano Cazarré e Leticia Cazarré revelaram nas redes sociais que a caçula nasceu com uma cardiopatia grave e rara chamada Anomalia de Ebstein. Desde então, ela já passou por três cirurgias - e, segundo a mãe da bebê, a última delas, voltada para corrigir definitivamente o problema, correu bem.


Leticia, que havia feito uma postagem na qual frisava o quão ansiosa a família estava com a cirurgia, que pode curar Maria Guilhermina, voltou ao Instagram para dar notícias sobre a filha, tranquilizando a todos. “Ela está bem! A cirurgia foi um sucesso, graças a Deus e aos melhores médicos do Brasil!”, disse ela.

Segundo a mãe da bebê, Maria Guilhermina está agora em recuperação. “Ainda não entrei na UTI de volta, mas já vi a Maria Guilhermina saindo do centro cirúrgico e conversei com os cirurgiões. Vai dar tudo certo”, vibrou Leticia, cuja filha pode ter o funcionamento do coração normalizado a partir desta cirurgia, chamada de cirurgia do cone.


Em outros procedimentos, Maria Guilhermina já teve modificações feitas em seu coração que, devido à Anomalia de Ebstein, tem dificuldade de bombear sangue já “usado” de volta aos pulmões para que seja oxigenado. Na cirurgia do cone, porém, a válvula anormal é remodelada, algo que impede o refluxo sanguíneo.

Realizada pela primeira vez em 1993, a cirurgia do cone foi desenvolvida e colocada em prática pelo médico José Pedro da Silva, que, na Beneficência Portuguesa de São Paulo, tem sido responsável pelo caso de Maria Guilhermina.

Saúde da filha de Cazarré

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