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Há 21 dias na UTI, filha de Cazarré está estável e ganhando peso: "Coraçãozinho valente"

Há 21 dias na UTI, Maria Guilhermina, que tem uma cardiopatia congênita, está se recuperando bem
Publicado 13 Jul 2022 – 10:39 AM EDT | Atualizado 13 Jul 2022 – 10:39 AM EDT
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Juliano Cazarré, Leticia Cazarré e a filha caçula do casal Crédito: @cazarre/Instagram

Com a filha internada há 21 dias devido a uma cirurgia cardíaca feita logo após seu nascimento, a esposa de Juliano Cazarré, Leticia Cazarré, deu atualizações da caçula, Maria Guilhermina, recentemente. Nas redes sociais, ela afirmou que a pequena se recupera bem, está estável e, acima de tudo, começou a mamar nos últimos dias, apresentando ganho de peso e emocionando a todos.

Filha de Cazarré está estável e ganhando peso após cirurgia cardíaca


Usando seu perfil no Instagram, Leticia Cazarré, esposa do ator Juliano Cazarré, deu atualizações sobre a filha, Maria Guilhermina, recentemente. A filha de Cazarré, diagnosticada com Anomalia de Ebstein, uma cardiopatia congênita grave, antes mesmo de nascer, passou por uma cirurgia logo após o parto – e, apresentando um quadro de saúde estável ela agora já está até mamando.

Nos últimos dias, Leticia fez um post se mostrando emocionada com a evolução da filha, que apareceu no colo da mãe, mamando. “Um dos dias mais felizes da nossa vida. Ontem, Maria Guilhermina mamou pela primeira vez, com muito sucesso! Hoje, mais uma vez, ela mamou de primeira e deu um show. A alegria da equipe ao redor é linda de se ver”, escreveu.


Mais recentemente, conforme a filha completou 21 dias de observação na unidade de terapia intensiva neonatal, a esposa de Cazarré voltou a se pronunciar sobre o estado dela com uma mensagem animadora. “Ela está ótima, mas ainda em observação na UTI, ganhando peso, estabilizando o coraçãozinho valente que ela tem”, afirmou Leticia.

Entenda o quadro da filha de Cazarré


Anteriormente a Tá Saudável, a cardiologista pediátrica Juliana Rodrigues Neves, diretora do Departamento de Intervenções em Cardiopatias Congênitas da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHC), explicou que, na Anomalia de Ebstein, a válvula que é “porta de entrada” do coração (chamada válvula tricúspide), está posicionada diferente do normal.

Com isso, o sangue já “usado” tem dificuldade de retornar ao pulmão, prejudicando a oxigenação – algo ainda mais grave em sua apresentação neonatal. “A doença é mais grave quanto mais baixa for a implantação [da válvula]. Tem várias formas anatômicas da anomalia, e a mais grave é a apresentação neonatal, porque a válvula está tão baixa que impede a passagem de sangue para o pulmão”, pontua a cardiologista, afirmando que uma intervenção cirúrgica é necessária assim que a criança nasce.


Em geral, quem nasce com Anomalia de Ebstein e recebe a assistência necessária pode ter uma vida normal, sempre com acompanhamento médico e, possivelmente, alguns procedimentos cirúrgicos ao longo da vida.

Saúde infantil

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