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Aplicação de vacina que protege contra variante Ômicron começa em fevereiro: veja detalhes

Imunizantes usados serão da Pfizer, aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária desde novembro de 2022
Publicado 26 Jan 2023 – 03:49 PM EST | Atualizado 26 Jan 2023 – 03:49 PM EST
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Vacinação contra Ômicron deve começar em fevereiro no Brasil Crédito: Alexandre Schneider/Getty Images

Está previsto para começar ao final de fevereiro no Brasil a vacinação contra Covid-19 com imunizantes que protegem também contra a variante Ômicron.

Aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde novembro de 2022, vacinas bivalentes da Pfizer serão aplicadas seguindo um cronograma - e uma ideia de como isso deve ocorrer foi anunciada nesta quinta-feira (26) pelo Ministério da Saúde.

Ministério da Saúde anuncia vacinação com imunizante que protege contra Ômicron


O Ministério da Saúde anunciou nesta quinta-feira que a aplicação de vacinas bivalentes contra a Covid-19 deve começar no dia 27 de fevereiro deste ano. Disponíveis no mundo em mais de um fabricante, as vacinas bivalentes aprovadas para uso pela Anvisa até agora são da farmacêutica Pfizer, e elas funcionam como um reforço que protegerá tanto contra a cepa original da Ômicron quanto contra algumas variantes dela.


Segundo a Anvisa, as vacinas disponíveis são a bivalente BA1 (que protege contra a variante original e a BA1) e a bivalente BA4/BA5 (que protege contra a variante original, contra a BA4 e a BA5) - e, de acordo com o Ministério, o plano de imunização com o reforço acontecerá em quatro fases. São elas:


  • 1ª fase: pessoas com mais de 70 anos, imunocomprometidos, comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas;
  • 2ª fase: pessoas que têm entre 60 e 69 anos;
  • 3ª fase: gestantes e puérperas;
  • 4ª fase: profissionais de saúde.

É preciso lembrar que tomar o reforço com uma vacina bivalente não substitui o esquema vacinal orientado por autoridades em saúde anteriormente, e que o imunizante bivalente deve, segundo a Anvisa, ser aplicado a partir de três meses após a série primária de vacinas ou o reforço anterior.

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