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Vacinas que também barram a Ômicron estão em fase final de aprovação, afirma a Anvisa

Segundo o órgão, as vacinas chamadas de bivalentes estão perto de receber autorização para uso emergencial no Brasil
Publicado 17 Nov 2022 – 11:04 AM EST | Atualizado 17 Nov 2022 – 11:04 AM EST
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- Crédito: Maksim Tkachenko/Getty Images/iStockphoto

Em meio à prevalência de novas subvariantes da Ômicron no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou recentemente atualizações sobre o processo de aprovação de vacinas bivalentes contra a Covid-19.

No comunicado, o órgão - que é responsável pela análise de qualidade dos imunizantes - afirmou estar há meses com pedidos de autorização para uso emergencial de novas vacinas da Pfizer - e, agora, o processo de aprovação está prestes a ser concluído.

Anvisa está prestes a autorizar vacinas bivalentes para Covid-19


Com o surgimento de novas variantes do SARS-CoV-2, algo que tem gerado um aumento no número de casos e de óbitos por Covid-19 no país, a Anvisa se pronunciou sobre o status das autorizações para vacinas bivalentes.


Estes imunizantes, que recebem o nome “bivalente” porque protegem não só contra as variantes já existentes nas vacinas oferecidas à população, mas também contra a Ômicron e algumas de suas subvariantes, foram desenvolvidos pela farmacêutica Pfizer e, segundo a Anvisa, devem chegar logo.

“Atualmente, as vacinas se encontram em fase final de análise pelas áreas técnicas envolvidas. Após a análise, o pedido é encaminhado para avaliação da diretora responsável, que encaminha a proposição para deliberação da Diretoria Colegiada, considerando que se tratam de pedidos de uso emergencial”, afirma o comunicado.

Desde os pedidos de aprovação feitos pela Pfizer à Anvisa, o órgão pediu algumas exigências e afirma, agora, que a farmacêutica cumpriu todas elas.


No comunicado, a Anvisa ainda lembrou que, apesar de vacinas bivalentes sejam mais eficazes em barrar a Ômicron, os imunizantes monovalentes, já disponíveis à população desde 2021, garantem um risco menor de morte e de desenvolver quadros graves.

O órgão enfatiza ainda que é essencial ter o esquema vacinal completo para se proteger da Covid-19 no contexto atual.

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