Esta condição também é conhecida como “Síndrome da bexiga dolorosa”, e não tem cura. Mas os tratamentos na medicina alternativa podem ajudar a resolver a situação. Esta forma de cistite é uma condição crônica, onde há muita inflamação nos tecidos da parede da bexiga. Causa pressão, dor e desconforto na bexiga. Uma série de medidas terapêuticas, que podem incluir a modificação no estilo de vida e mudança na medicação, além de tratamentos alternativos, podem resultar no alívio dos sintomas.
A causa desta doença ainda é desconhecida. Especula-se que pode resultar de defeitos no revestimento protetor da bexiga, que seja consequência do mau funcionamento do sistema imunológico, ou dos nervos pélvicos. Portadores de outras condições de dor crônica e as mulheres parecem ser os mais propensos a sofrer com a cistite intersticial.
Para amenizar os sintomas recomenda-se baixar a ingestão de substâncias irritantes da bexiga, como exemplo a cafeína e alimentos ou bebidas com alta concentração de vitamina C. Também há que vestir roupas soltas, praticar técnicas de gestão de stress, e parar de fumar.
Foi constatado que a melatonina, uma substância antioxidante, protege a mucosa da bexiga. Está disponível para ser consumida em cápsulas, como suplemento alimentar.
Tomar duas vezes por dia 500 mg de quercetina leva a uma melhoria significativa nos sintomas da cistite intersticial. A quercetina é um antioxidante presente no chá preto, na cebola roxa, acelga, pimenta verde, na uva e no vinho tinto. Os frutos vermelhos também são ricos em quercetina, e a casca da maçã contém doses altamente concentradas.
Todavia, se sentir qualquer sintoma da cistite intersticial (como dor pélvica e um desejo insistente de urinar), é importante conversar com um médico antes de usar qualquer tipo de tratamento alternativo. Dada a falta de apoio científico para para esta condição, não é seguro limitar-se somente aos remédios naturais.