Quando administrada corretamente, a pílula do dia seguinte é um método eficiente e seguro para prevenir uma gravidez indesejada em caso de falha no contraceptivo de rotina, como anticoncepcional, DIU ou camisinha.
O medicamento, no entanto, deve ser usado apenas em caso emergencial e não pode ser encarado como um contraceptivo regular. Afinal, além de causar uma verdadeira bagunça no organismo da mulher, tem chances de falhas bem maiores do que a pílula anticoncepcional e não age como um contraceptivo permanente.
Pílula do dia seguinte NÃO evita gravidez durante todo o ciclo

A pílula do dia seguinte – ou pílula de emergência, como é corretamente chamada – age de três maneiras e evita, portanto, pode evitar uma gravidez.
Para isso, a depender do período do ciclo menstrual que a mulher estiver ela inibe ou atrasa a ovulação, afeta o movimento das tubas, dificultando o acesso do espermatozoide ao óvulo, ou muda a consistência do muco cervical o tornando inóspito ao espermatozoide.
No entanto, isso acontece apenas para uma relação. Ou seja, o medicamento não impede que uma segunda possível gravidez ocorra novamente, inclusive no mesmo ciclo. O ideal é que, a partir do uso do remédio, as relações sexuais sejam feitas com proteção de outro método contraceptivo, de preferência de barreira, como a camisinha.
A pílula pode ser tomada em até 72 horas após o ato sexual desprotegido. Se ingerida em até 24 horas, há 90% a 95% de chance de evitar gravidez. Contudo, quanto mais tarde for ingerida, maiores são as chances de falha.
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