No dia anterior bebeu-se tudo e mais um pouquinho, e no dia seguinte é fatal! A ressaca deixa o corpo de qualquer um quase que “inativo”. Mas por quê ocorre essa condição?
A ressaca, clinicamente conhecido como veisalgia, é causada devido ao consumo de grandes quantidades de álcool ou outra droga qualquer, mas é mais associada com o consumo de grandes quantidades de álcool, cujo montante é determinado por vários fatores, como dieta antes de beber, condição física, idade e estado mental.
As estatísticas mostram que enquanto uma pessoa pode experimentar uma ressaca por beber durante mais de cinco horas seguidas, algumas também podem sofrer por beber durante duas horas. E há um pequeno percentual de pessoas que possuem uma certa resistência aos efeitos de uma ressaca. Esses efeitos normalmente são tonturas, desidratação, fadiga, sensibilidade à luz, falta de concentração, irritabilidade, dores de cabeça e sensibilidade ao som.
Em graus maiores, a ressaca é conhecida por causar vômitos, diarreia, flatulência, náusea e funções motoras erráticas. Além destes, há vários efeitos colaterais fisiológicos, como a depressão e a ansiedade. Os sintomas incluem boca muita seca, o que proporciona aquela vontade desesperada de molhar a língua e a garganta. Isso é provocado pelo álcool etílico ou etanol. E também a cefaleia, sono mesmo. Os olhos ficam vermelhos e inchados, e a exposição à luz parece algo impossível, a náusea é muito forte, e o único desejo é permanecer na cama.
A ressaca não é, no entanto, uma condição de saúde grave, embora alguns dos sintomas também sejam calafrios, diarreia, tonturas e febre.
Tudo isso é consequência do processo onde o álcool provoca o aumento na produção de urina, desidratando o organismo, e provocando a diminuição dos fluídos essenciais, especialmente no cérebro. O etanol que é universalmente usado como o agente intoxicante de bebidas alcoólicas, é dividido pelo corpo para formar acetaldeído por uma enzima que é encontrada no fígado. O acetaldeído é realmente conhecido por ser mais tóxico do que o álcool em cerca de 30%.
Os distúrbios do humor, fadiga, fraqueza, atenção comprometida e concentração também podem ser atribuídos à forma como o corpo converte as substâncias do álcool. Durante a conversão das substâncias de nomes inlegíveis, o organismo não consegue produzir glicose, a sua principal fonte de energia, especialmente do cérebro. O álcool também reduz efetivamente as funcionalidades do fígado e sua capacidade de produzir a glutationa, que age como um desintoxicante. Isso reduz muito a capacidade do corpo para eliminar as toxinas.
Acredita-se também que na fermentação do álcool, certos subprodutos chamados congêneres são liberados. Esses congêneres aumentam os sintomas de uma ressaca.
Para evitar a ressaca, antes de beber faça a ingestão de alimentos que tenham amido, como o milho, e limite-se a um drinque, ou uma cerveja, por hora, fazendo um esforço para alternar bebidas alcoólicas com água. Tente não associar a bebida com açúcar, ou alimentos açúcarados, pois isso pode deixá-lo com vontade de beber mais. Se o mal já esta feito, consuma muita água antes de ir para a cama. Isso deve proporcionar algum alívio para os efeitos desidratantes do álcool. E beba muita água, mesmo depois de acordar. Coma banana. Para quem precisa curar-se deste mal, e em casa, a saída é comer banana. A fruta ajuda a reduzir a taxa de álcool que entra no seu sangue e, portanto, pode ajudar a reduzir as sequelas. Outra dica: tome comprimidos de vitamina C.
Mas a melhor maneira para curar a ressaca é providenciar e beber uma mistura de gema de ovo cru, com molho inglês, molho de tabasco, sal e pimenta. É tiro e queda! Há, ainda, a mistura de Coca -Cola e leite. Já o conceituado autor Ernest Hemingway, bebedor autêntico e profissional, jurou que a melhor cura de uma ressaca é a ingestão de uma cerveja misturada com suco de tomate. Será?