9 mitos e verdades sobre o câncer de mama

O câncer de mama é um dos tipos mais comuns entre as mulheres. A boa notícia é que ele também tem altíssimas chances de cura quando é descoberto e tratado precocemente. É exatamente por esse motivo que se faz essencial todas estarem esclarecidas quando o assunto é a prevenção da doença.

Com campanhas e a popularização do assunto, parece fácil entender tudinho sobre a doença. Mas, na prática, será que toda mulher realmente sabe o que é essencial?

Mitos X Verdades

Com diagnóstico precoce as chances de cura são de 95% – VERDADE

Embora seja o tipo de câncer mais comum em mulheres, ele é também um dos que tem o melhor prognóstico quando é descoberto e tratado precocemente. A realização do autoexame, dos exames de rotina, a mamografia e a ida ao ginecologista são cuidados essenciais para prevenir e detectar o problema bem cedo.

A mamografia só é feita em mulheres com mais de 40 ou 50 anos – MITO

A mamografia é a melhor maneira de chegar ao diagnóstico precoce da doença. Em mulheres sem nenhum sintoma ou histórico familiar, ela deve ser realizada como exame de rotina a partir dos 50 anos.

No entanto, para mulheres que apresentam sintomas ou têm histórico familiar da doença, ela deve ser solicitada mais cedo. De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde, não há uma idade específica para o começo do rastreio nestes casos, fazendo-se necessária uma avaliação individualizada de cada paciente.

O câncer de mama pode aparecer em mulheres jovens – VERDADE

É mais recorrente em mulheres com mais de 50 anos. Isso não significa, no entanto, que mulheres mais novas não possam desenvolver a doença. É uma situação possível, sim. Por esse motivo, a consulta anual com o ginecologista é indispensável. .

Caroços nos seios são os únicos sintomas do câncer de mama – MITO

Além de caroços nas axilas, o câncer de mama apresenta outros sintomas. Muitos até desconhecidos, como eliminação de secreção ou sangue pelos mamilos, alteração no tamanho da mama, inflamação ou enrugamento do bico do seio, inchaço na região do pescoço e dor nas costas. Por isso, além do autoexame é recomendado que todas as mulheres façam consultas de rotina e procurem um médico especialista caso notem alguma alteração nos seios ou sintoma anormal.

Câncer de mama pode ser indolor – VERDADE

O câncer de mama não só pode ser indolor como o é na imensa maioria dos casos. Isto porque, enquanto estão em desenvolvimento, os tumores não doem e, por isso, seus sintomas são chamados de “silenciosos”. A exceção é um único tipo, o inflamatório, que não apresenta nódulos e tem como sintomas alterações na pele (inchaço, coceira e aspereza).

O autoexame é suficiente para prevenir o câncer de mama – MITO

Embora conhecer seu próprio corpo, se tocar e realizar o autoexame seja importante para perceber alterações, muitos tumores podem passar despercebidos apenas com o toque – nódulos podem ter menos de um centímetro e serem imperceptíveis. Por isso, é essencial aliar a este cuidado visitas periódicas ao médico e a realização de outros exames, como o ultrassom das mamas e a mamografia.

Amamentar protege a mulher do câncer de mama – VERDADE

A amamentação, além de fornecer benefícios ao bebê, também protege a mulher deste tipo de câncer. Enquanto amamenta, a mãe não fica exposta aos hormônios do ciclo menstrual, que atualmente são relacionados ao desenvolvimento da doença.

Só desenvolve o câncer de mama quem tem histórico familiar da doença – MITO

Apenas 10% dos casos de câncer de mama de todo o mundo têm origem genética. Todos os outros são influenciados por fatores como tabagismo, sedentarismo, alcoolismo, obesidade, menarca precoce, menopausa tardia e terapia de reposição hormonal.

Ao retirar o tumor, a mulher perde a mama – MITO

Como parte do tratamento, é realizada uma cirurgia de retirada do tumor ou de toda a mama. No entanto, atualmente, é realizada uma reconstrução, sempre que possível. Isso acontece logo na sequência do procedimento cirúrgico da retirada do tumor. Os médicos avaliam qual a melhor técnica: próteses ou até mesmo utilizar a própria pele e musculatura da paciente.

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