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Krav Magá

Publicado 30 Jun 2016 – 07:55 PM EDT | Atualizado 27 Mar 2018 – 08:11 AM EDT
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Disciplina militar, abdominais, rolamentos, corrida e, acima de tudo, respeito aos superiores: assim é o Krav Magá, sistema de combate israelense que se espalhou pelo mundo e conquistou milhares de adeptos - e, sim, adeptas. É uma luta? Não. Arte marcial? Negativo. É pura defesa pessoal. Os praticantes buscam o golpe certeiro e a neutralização do adversário. Tudo o que a gente quer para andar por aí se sentindo mais segura, não é?

Reflexos rápidos e simplicidade dos movimentos são as palavras de ordem para obter o nível excepcional de sucesso na defesa. Em hebraico "combate próximo/de contato", o Krav Magá reproduz, nas aulas, situações reais de risco. Com a prática, os reflexos vão melhorando junto com a autoestima e a capacidade de avaliação: no caso de uma investida mais ousada ou de violência urbana, a aluna estará cada vez mais apta a decidir o que é melhor: correr ou enfrentar.


Se a escolha for revidar, o objetivo é colocar o agressor a nocaute em poucos segundos, saindo vitoriosa e ilesa do embate. O segredo é o aumento da resistência muscular potencializada em algum ponto sensível do oponente, podem ser os olhos, os órgãos genitais ou mesmo a face.

Origem

As técnicas de defesa pessoal usadas pelo exército israelense são contemporâneas ao nascimento do Estado de Israel, em 1948. Criadas e desenvolvidas pelo mestre húngaro Imi Lichtenfeld, só mais tarde se disseminaram entre os civis.

No curso clássico de Krav Magá, os alunos se desenvolvem pelo sistema de faixas. A primeira é a amarela, que pode ser alcançada depois de seis meses de treino. "As faixas funcionam como um estímulo para os civis continuarem a se exercitar, para os militares não existem faixas e o treino é voltado para a estratégia usada em cada ataque, de acordo com o inimigo", ensina Alexandre Abla, professor de Krav Magá, no Rio de Janeiro.

Mais seguras


Hoje são as mulheres que mais procuram esse tipo de "esporte". "Elas procuram as aulas, que são mistas, fruto do trabalho do mestre Kobi (introdutor da técnica na América Latina), porque estão bem mais preocupadas com a própria segurança", comenta o professor Alexandre. Ele afirma que as técnicas exercitadas em aula funcionam independentemente do físico da pessoa.

"Eu comecei a fazer as aulas há pouco tempo porque vim morar sozinha no Rio com minha filha de seis anos. Preciso nos defender. Agora, depois de algumas aulas, ao menos psicologicamente estou me sentido mais segura", diz Beatriz Pierre, moradora do bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro.

A promessa do aumento da visão periférica, que deixa o indivíduo mais alerta no dia a dia, com o instinto mais apurado e, ainda, a perda de 800 calorias por aula vem conquistando mais e mais quem quer se defender sem causar alarde, se mantendo, ao mesmo tempo, em forma.

TREINO ABERTO AO PÚBLICO

Sábado, dia 29 de maio, a praia de Copacabana será cenário da maior prática de Krav Magá já feita. Será uma nova quebra de record para o Guiness Book com direito à presença de um auditor de Nova Iorque. Mestre Kobi, introdutor de Krav Magá no Brasil, vai reunir cerca de 10 mil pessoas neste que será registrado como maior treino de defesa pessoal ao ar livre do mundo. Participe!


Serviço:

Krav Magá Rio - (21) 2236-5596

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