A gordura trans passou a ser incluída nos alimentos a partir da década de 50 para aumentar o sabor e a durabilidade. Mas, devido a todos os malefícios causados – aumenta o colesterol ruim (LDL), reduz o colesterol bom (HDL), pode causar diabetes, infarto e derrame, além de aumentar a gordura abdominal e levar à obesidade – virou a vilã das dietas e da saúde. Por isso a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos já anunciou que esses produtos serão retirados do mercado em até três ano e, no Brasil, segundo a endocrinologista Flávia Junqueira, da Clínica Goa Health Club, no Rio de Janeiro, muitas marcas de alimentos também já optaram por retirar essa gordura de suas composições.
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Enquanto isso não acontece, a melhor alternativa é prestar atenção na quantidade presente em cada alimento e, se possível, evitá-los. O consumo de gordura trans recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) não deve ultrapassar 2 gramas ao dia, em uma dieta de 2 mil calorias.
Alimentos com gordura trans

Batata frita: um pacote pequeno, como os servidos nas principais redes de fast food, tem 8 gramas de gordura trans, ou seja, quatro vezes mais que o limite diário.

Lasanha congelada: um prato com 320 gramas do sabor 4 queijos tem 3,4 gramas de gordura trans.

Bolacha recheada: três unidades têm 2,1 gramas de gordura trans.

Salgadinhos de pacote: 30 gramas têm 2 gramas de gordura trans.

Sorvete: 1 bola tem 1,6 gramas de gordura trans.